Nossa Metodologia

Nosso objetivo é auxiliar os traders a encontrarem as melhores corretoras forex que atendam às suas necessidades. Nossas comparações são baseadas nos recursos das plataformas, custos por operação, além das velocidades de execução.

Updated:

What Changed?

Mensualmente actualizamos los datos de los spreads promedio publicados directamente por los brókers. Los brókers de retail informan el % de traders con pérdidas.

Fact Checked

Justin Grossbard, autor da CorretoraForex

Escrito por Justin Grossbard

Verificado por David Levy

David Levy, autor

Verificado por David Levy

Buscamos ajudar os traders a encontrar a melhor corretora de forex que atenda às suas necessidades. Nossas comparações são baseadas nas características das plataformas, custos de negociação e velocidades de execução.

Nossa metodologia para 2026 classifica 67 corretoras com base em oito categorias, utilizando mais de 100 pontos de dados por corretora. Nossa equipe de pesquisa publicou uma análise completa de cada corretora, enquanto os especialistas técnicos realizam testes por meio de automação, utilizando Expert Advisors, indicadores e scripts.

Como coletamos dados e testamos corretoras

Antes de começarmos, é importante esclarecer como realizamos nossos testes.

Nossos redatoresamos testes práticos, abrindo contas reais para observar como cada corretora funciona em condições reais de trading, em vez de confiar apenas em dados publicados.
Os testes são feitos com contas reais, utilizando nosso próprio capital para cumprir os depósitos mínimos e executar operações. Também avaliamos as plataformas em diferentes dispositivos, incluindo Windows, macOS, iOS e Android, sempre com sistemas atualizados.

Esse processo nos permite analisar toda a experiência do usuário, desde a abertura de conta, acesso à plataforma, depósitos, saques, até as condições reais de trading no dia a dia.

Contamos ainda com uma equipe responsável por verificar e organizar todos os dados em planilhas, que são posteriormente analisadas pelos redatores durante seus testes. Todas as informações são checadas antes da publicação, minimizando erros nos mais de 100 pontos de dados avaliados por corretora em cada ciclo.

Nosso Ambiente de Testes

Os testes de spread são realizados utilizando contas RAW/ECN reais, e não contas padrão ou sem comissão, para refletir as condições mais competitivas disponíveis. Também realizamos testes separados para contas standard.

Os testes cobrem seis pares principais: AUD/USD, EUR/USD, GBP/USD, USD/CAD, USD/CHF e USD/JPY.

Os spreads são obtidos utilizando o IceFX SpreadMonitor, um indicador disponível gratuitamente na MT4 que capta os valores de spread médio, mínimo e máximo no intervalo de H1 e exporta os resultados para CSV para análise.

Os testes têm início às 14:00 (UTC+10, horário de Brisbane), que corresponde ao período de menor liquidez no mercado, e continuam ao longo do dia, atravessando também os momentos de maior volume de negociação.

Ross Collins conduziu um teste de velocidade de execução extenso utilizando ExTest_ForExpat e um EA para um teste de latência para determinar a qualidade da velocidade de execução das ordens de mercado e ordem limite. A metodologia e os resultados dos testes podem ser encontrados na página resultados do teste de velocidade de execução.

A velocidade de execução pode ser bastante importante quando o deslizamento é uma grande preocupação.

A análise da velocidade de execução é realizada em mais de 15 corretoras, utilizando dois Expert Advisors desenvolvidos especificamente para esse tipo de avaliação. O ExTest_ForExpat é utilizado para ordens limite, medindo o tempo entre o envio e a confirmação da ordem, enquanto o Broker Latency Tester (teste de latência da corretora) é aplicado em ordens a mercado, registrando o tempo até a execução e o fechamento da operação, com base em uma média de 20 trades por corretora.

Para garantir maior precisão nos resultados, descontamos a latência de rede (ping) entre nosso sistema e o servidor de cada corretora, o que permite comparações consistentes, independentemente da localização.

Teste de velocidade do VPS

Também realizamos um benchmark de provedores de VPS (Virtual Private Server) amplamente utilizados por traders que operam com algoritmos e Expert Advisors. Os testes avaliam fatores como latência de conexão, estabilidade (uptime) e confiabilidade na execução das operações.

Além disso, também realizamos testes de VPS em 15 provedores, com foco em ambientes hospedados nas centrais de dados LD4 (Londres) e NY4 (Nova York), onde está concentrada a maior parte da infraestrutura dos servidores das corretoras. Os resultados completos estão publicados em nossa página de velocidades de VPS.

Nossas categorias de comparação

Nossa comparação entre corretoras de forex é um trabalho realizado por uma equipe de traders e especialistas do setor. Todos os dados são baseados em testes rigorosos e minuciosos, além de pesquisas e da experiência ao utilizar cada corretora. Utilizamos um modelo com oito critérios ponderados para elaborar nossas comparações.

Custos de TradingExperiência de TradingConfiançaPlataformas de TradingSuporte ao ClienteGama de MercadosEducaçãoFinanciamento
Ponderação25%15%20%15%10%5%5%5%

Nesta página, você aprenderá quais fatores usamos para pontuar cada um desses critérios, com o objetivo de compor nossa pontuação geral da corretora.

Spreads e taxas da conta de Forex Trading

Nossas pontuações em relação aos custos de trading dependem majoritariamente de spreads e comissões, uma vez que impactam diretamente no sucesso de um trader. Além disso, consideramos outras cobranças que as corretoras também podem cobrar.

Na tabela abaixo, você pode conferir mais detalhes em como mensuramos as taxas de forex ou pode ver sua discriminação.

Spreads padrão publicadosSpreads padrão testadosSpread RAW/ECN publicadoSpread RAW/ECN testadoTaxas de comissão publicadasTaxas de inatividadeTaxas de depósito/saqueDesconto para trader ativoSpreads fixosOutras taxas
Ponderação20%15%15%10%15%5%5%5%5%5%

Como medimos spreads e comissões

Medimos os spreads e as comissões de quatro maneiras:

  1. Para contas padrão (sem comissão), coletamos os spreads mensais médios das corretoras publicados em seus sites.
  2. Para contas padrão, testamos os spreads médios atuais através de bots indicadores do MT4, veja nossos testes (Spreads da Conta Padrão).
  3. Para contas RAW/ECN, calculamos os spreads médios como spread + comissões, conforme publicado nos sites das corretoras (Corretoras ECN).
  4. Para contas RAW/ECN, testamos os spreads médios reais + comissões através de bots indicadores MT4.

Os testes no MT4 são executados por Ross Collins, que possui 35 anos de experiência em TI em grandes instituições financeiras como a SWIFT, UBS, PwC, e IBM.

Outras taxas consideradas

Considerando que algumas corretoras cobram taxas adicionais para dinheiro de depósito e saque, tendo uma conta inativa e outras situações diversas, levamos isso em consideração para todas as corretoras, mas atribuímos a elas uma ponderação menor.

Outras ofertas

Atribuímos pontuações positivas às corretoras que oferecem spreads fixos ou descontos para traders ativos, tanto em spreads como em comissões.

Experiência no Trading com corretoras Forex

Os principais fatores em nossas avaliações quanto a experiência de trading são nossos testes de velocidades de ordem limite e ordem de mercado, além de nossa experiência na abertura de conta e saques. Nosso modelo prioriza a disponibilidade de contas padrão (baseada em spreads) e raw/ecn (contas baseadas em comissões) e a facilidade de altas alavancagens para traders profissionais.

Uma corretora que se destaca nestes aspectos é a Eightcap, que oferece um processo simples e rápido para a abertura de contas, aliado a custos de trading bastante competitivos no setor. Esse conjunto de fatores a torna uma opção atraente tanto para iniciantes como para traders mais experientes que buscam eficiência e baixos custos na hora de operar.

Velocidade da Ordem LimiteVelocidade da Ordem de MercadoFacilidade de Abertura de ContasFacilidade para SaqueAlavancagem ProfissionalConta PadrãoConta RawConta de Spread FixoConta IslâmicaGerente de Contas
Ponderação15%15%15%10%10%10%10%5%5%5%

Confiança e reputação da corretora Forex

Ser licenciada por um regulador nacional é um elemento fundamental para que um trader deposite com confiança em sua corretora. Os reguladores financeiros desenvolvem e aplicam as regras, políticas e procedimentos que regem o comportamento dos prestadores de serviços financeiros.

Confiar em corretoras reguladas por órgãos de autoridade nacional ajudam a prevenir e podem oferecer proteções significativas contra fraude, roubo e uso indevido de seus fundos, sendo este um dos principais critérios que utilizamos para destacar as melhores corretoras de forex em nossas avaliações.

A OANDA se destaca de outras concorrentes quando o assunto é regulamentação, considerando que a corretora é licenciada e autorizada por nove reguladores globais no total em Nível 1 e 2. Todas as corretoras precisam ser autorizadas e reguladas em algum lugar, mas ao ganhar nove licenças realmente demonstra o compromisso da OANDA em fazer as coisas de maneira correta e dentro das leis.

Outros fatores que influenciam a confiança em nossas avaliações incluem: a idade da corretora, se eles têm sede (ou escritórios filiais) em múltiplos países e se eles têm histórico de problemas com seus principais órgãos reguladores.

Nível do regulador da entidade contratanteEntidade confirmada no registroExatidão das licenças divulgadasSituação na CVMFundo de compensação acessível no BrasilProteção de saldo negativoHistórico com reguladoresIdade da corretoraListada em bolsa ou bancoTrustpilot
Ponderação25%10%10%15%10%5%10%5%5%5%

Como classificamos um regulador: a regra 0, três portões e quatro níveis

Até 2026 esta página classificava reguladores por reputação. O modelo antigo falhava de três maneiras verificáveis, e por isso foi substituído.

Primeiro, ele pontuava o grupo e não a contraparte. Em todas as corretoras que verificamos, o residente no Brasil é encaminhado a uma entidade offshore enquanto a página exibe uma licença da FCA, da ASIC ou da CFTC pertencente a uma empresa irmã. Um nível concedido por uma licença que a contraparte do leitor não possui é uma afirmação falsa disfarçada de nota.

Segundo, ele ordenava por prestígio e não por recuperação. Bermuda e Bahamas ficavam abaixo de jurisdições cujas regras de dinheiro do cliente são, no texto dos instrumentos, mais fracas. Bermuda impõe um trust legal e uma renúncia bancária obrigatória ao direito de compensação. Nos Estados Unidos, a própria NFA proíbe seus membros de afirmar que os recursos de forex de varejo são segregados. O modelo antigo tinha essa ordem invertida.

Terceiro, ele colocava a CVM em um nível. A CVM não é concorrente da ASIC em um ranking de qualidade. É a autoridade com jurisdição sobre o ato de oferecer o serviço ao leitor. Colocá-la na mesma escada produz um resultado sem sentido em qualquer degrau.

Regra 0: o nível pertence à entidade que assina o contrato

Antes de qualquer nível ser atribuído, identificamos a pessoa jurídica nomeada como contraparte no contrato de cliente que o residente no Brasil assina. O nível pertence ao regulador dessa entidade. Nunca à marca, nunca ao grupo, nunca à licença mais forte do rodapé do site.

Um nível não pode ser herdado de uma afiliada. Se a Vantage Global Limited (Vanuatu) é quem contrata, a licença da FCA de uma empresa irmã não entra na conta, e a página diz isso.

Os três portões

Cada regulador é avaliado em três eixos medíveis. Cada um recebe uma nota de 0 a 2, sempre a partir do instrumento publicado pelo próprio regulador.

Portão A, recuperação. Existe um esquema legal que paga uma quantia por cliente quando uma empresa licenciada quebra?

  • A2: existe o esquema, o cliente de varejo não residente é elegível, o limite publicado equivale a pelo menos US$ 20.000 e o esquema cobre o produto que o cliente efetivamente negocia.
  • A1: o esquema existe mas falha em uma dessas quatro condições.
  • A0: não há esquema, ou o esquema não alcança a empresa com quem o cliente contrata.

Portão B, dinheiro do cliente. Qual é a força da regra de segregação?

  • B2: o instrumento vinculante do próprio regulador cria um interesse proprietário em favor do cliente, trust legal ou equivalente expresso, e exige que o banco ou custodiante reconheça por escrito que renuncia a combinação de contas, penhor, compensação e reconvenção.
  • B1: existe regra vinculante de segregação, sem os dois elementos acima.
  • B0: nenhum instrumento de dinheiro do cliente foi localizado nas regras do próprio regulador, ou as regras do regulador proíbem a empresa de afirmar que os recursos são segregados.

Portão C, fiscalização e registro público. O leitor consegue confirmar a situação da empresa na fonte?

  • C2: o regulador publica decisões de fiscalização e opera um registro que o público consulta por nome de empresa e que devolve uma situação de licença.
  • C1: apenas um dos dois, ou um registro publicado como lista estática sem campo de situação ou número de licença.
  • C0: nenhum dos dois, ou o registro não pode ser consultado pelo público.

Os quatro níveis

Nível Nome Regra
Nível 1 Recuperável A2 e B2 e C maior ou igual a 1. O dinheiro é juridicamente do cliente e, se ainda assim sumir, um fundo paga um não residente.
Nível 2 Protegido, sem compensação B2 e C maior ou igual a 1, com A menor que 2. O cliente tem um direito proprietário sobre o dinheiro. Se o dinheiro sumir, nada paga.
Nível 3 Segregação no papel B1 e C maior ou igual a 1. A regra existe. Não cria interesse proprietário e não impede um banco de exercer compensação contra a conta de clientes.
Nível 4 Sem mecanismo de recuperação B0, ou C0, ou a jurisdição não licencia a atividade.

Regra de exceção, o teste da atividade. Um regulador que não licencia a intermediação de forex e CFDs de varejo fica no Nível 4 para este fim, qualquer que seja sua nota nos outros portões, porque uma licença que não cobre a atividade não dá nada ao cliente. É o que resolve São Vicente e Granadinas: a própria autoridade declara que não emite licenças para forex e que empresas registradas ali devem obter autorização na jurisdição onde estão seus clientes.

Duas regras de exibição decorrem dos portões sem fazer parte deles. Um nível só é exibido quando a entidade contratante foi verificada no registro do próprio regulador; quando o registro não exibe números de licença ou não é consultável, a limitação aparece ao lado do número. E a proteção contra saldo negativo é exibida como campo próprio, não embutida no nível, porque é exigida por reguladores de três níveis diferentes e ausente em outros.

Um quarto estado: não verificável por consulta pública

Uma falha de acesso nossa não é uma falha do regulador, e nunca será publicada como se fosse. Quando o registro de um regulador não pode ser lido, a página diz “não verificável por consulta pública em 4 de agosto de 2026”, com a data e o motivo, e não “sem registro consultável”.

Em 4 de agosto de 2026 verificamos nove registros em sessão de navegador real. Sete responderam. Dois não, por motivos distintos que a página distingue:

  • FSC das Ilhas Maurício. O registro de licenciados devolve um bloqueio de firewall de aplicação, “Access denied, Error 15”, ao endereço que faz a consulta, às 10:36:27 UTC de 4 de agosto de 2026. Isso é um artefato de como estamos lendo. A FSC pode operar um registro excelente. Não conseguimos abri-lo, e é essa a afirmação que publicamos. Isso importa: a entidade da Hantec Markets que contrata com o residente no Brasil declara a licença mauriciana C114013940 no próprio contrato de cliente, e esse número segue sem confirmação no registro do regulador.
  • Busca da FSA do Japão. O buscador transversal lançado em 30 de janeiro de 2026 responde 403 com o motivo declarado na própria página: a distribuição está configurada para bloquear o acesso a partir do nosso país. É um bloqueio geográfico, e para um leitor brasileiro esse é o fato operativo. A FSA continua no Portão C2 porque publica uma lista oficial em inglês, legível e consultável, que usamos para confirmar registros nominais.

A qualidade dos registros que respondem também não é uniforme, e a página registra isso. A BaFin publica cada permissão com data de concessão, data de encerramento e motivo do encerramento. A Bermuda Monetary Authority publica o registro inteiro, 1.772 entidades, com tipo de licença e data de vigência. A FSRA do ADGM publica nome, número FSP e situação, Ativa ou Retirada, para 482 empresas, mas seu campo de busca livre não respondeu na nossa sessão e a lista precisa ser percorrida.

Situação na CVM: campo obrigatório, acima do nível

A CVM não entra na escada de níveis. O BACEN também não. Cada corretora recebe um campo próprio, exibido acima do nível do regulador, com três estados possíveis:

  • Autorizada pela CVM a intermediar valores mobiliários no Brasil.
  • Com ato declaratório em vigor, com o número do ato, a data e a publicação no Diário Oficial da União.
  • Nem autorizada nem notificada, com a data da consulta.

O campo responde a uma pergunta diferente da do nível. Não “quão bom é o regulador”, mas “isto pode ser vendido para mim, e o meu próprio regulador já mandou parar”.

Por que a CVM não é um nível. Aplicar os portões mecanicamente à CVM dá A0, B1 e C2, ou seja, Nível 3. O resultado é aritmeticamente correto e substancialmente vazio, por quatro razões:

  1. A CVM não tem competência ordinária para determinar ressarcimento. O art. 11 da Lei 6.385/1976 lista as penalidades disponíveis: advertência, multa, inabilitação temporária, suspensão ou cassação de autorização, proibição temporária de práticas e proibição temporária de atuar no mercado. Indenização não está entre elas. Ela aparece apenas no art. 11, parágrafo 5º, como obrigação que a parte pode aceitar voluntariamente em termo de compromisso.
  2. O Mecanismo de Ressarcimento de Prejuízos cobre R$ 200.000 por ocorrência, mas apenas para participantes autorizados a operar na B3. Uma empresa de Vanuatu, Seicheles ou Bahamas não é participante da B3, e não existe rota pela qual o cliente brasileiro de uma corretora offshore acione o MRP.
  3. O Fundo Garantidor de Créditos cobre R$ 250.000 por CPF por conglomerado, com teto de R$ 1.000.000 em quatro anos, para depósitos elegíveis em instituições associadas no Brasil. Dinheiro enviado a uma corretora no exterior está inteiramente fora dele.
  4. Nenhuma corretora do nosso conjunto está autorizada pela CVM a oferecer forex à vista ou CFD a residentes no Brasil. Uma ressalva precisa constar, porque a afirmação absoluta seria falsa: a ActivTrades Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários Ltda, CNPJ 43.050.917/0001-03, tem registro na CVM sob o código 3786 e figura no BACEN como autorizada em atividade. Essa empresa distribui ações e ETFs dos Estados Unidos e contratos de NDF, e não forex à vista nem CFD, enquanto o produto de margem do mesmo grupo é oferecido a partir de activtrades.com por entidades no exterior. Registro na CVM para um produto não é autorização para outro, e é exatamente por isso que este campo é sempre lido junto com a entidade que assina o contrato com o leitor.

E o fato que corre no sentido oposto, com o mesmo peso. A CVM é a única autoridade desta lista com jurisdição sobre o ato que efetivamente atinge o leitor. Ela regula a oferta no Brasil. Emitiu atos declaratórios em vigor contra a maior parte das corretoras que analisamos, nomeando a entidade e, em vários casos, o endereço em português usado para captar brasileiros. Nomeia empresas do grupo reguladas por autoridades de primeira linha nesses atos, o que demonstra que uma licença estrangeira não é escudo. E em pelo menos um ato estendeu a multa diária a quem estiver “atuando ou colaborando” na captação. Nenhuma licença da FCA ou da ASIC detida por uma empresa irmã altera nada disso.

O resultado de cada consulta, com data e documento oficial, está publicado no Radar CVM.

A licença da ASIC não passa no Portão A

Esta é a licença mais citada nas páginas de corretoras que analisamos, e ela não passa no primeiro portão. A conclusão merece a explicação completa, porque contraria o que a maior parte do setor afirma.

O Compensation Scheme of Last Resort australiano paga até A$ 150.000 por reclamação elegível, mediante decisão não cumprida da AFCA. O esquema cobre quatro sub-setores: aconselhamento financeiro pessoal, intermediação de valores mobiliários para clientes de varejo, concessão de crédito e intermediação de crédito. A emissão de derivativos não está entre eles.

  • A página de elegibilidade do próprio esquema lista, entre o que não é coberto, “foreign exchange or derivatives trading”. A AFCA declara a mesma exclusão.
  • O dispositivo operativo, o art. 1065 do Corporations Act 2001 (Cth), na Parte 7.10B, testa o objeto da decisão da AFCA, e o seu inciso relativo a valores mobiliários exclui expressamente a emissão.
  • A cobertura se prende ao produto de que trata a decisão, não à empresa. Um emissor de CFDs com várias autorizações não ganha nada com elas. Existe um caminho estreito e vivo: uma decisão sobre aconselhamento pessoal prestado a cliente de varejo a respeito de um CFD é coberta, porque o CFD é “relevant financial product” na definição do art. 910A. Uma decisão sobre spreads, execução, stop-out, chamada de margem ou dinheiro de cliente contra o emissor não é.
  • O registro de pagamentos publicado confirma isso na prática. A Berndale Capital Securities, que a própria ASIC descreve como emissora de derivativos de balcão para o varejo, aparece na lista de pagamentos do esquema com quatro reclamações que somam A$ 399.324, classificadas em aconselhamento financeiro pessoal. O dinheiro chegou àqueles clientes porque as decisões foram caracterizadas como aconselhamento, não como emissão de derivativos.
  • O documento de opções do Tesouro australiano de abril de 2026 propõe que emissores de derivativos de balcão para o varejo passem a financiar o esquema, com 2,48% da cobrança, sem dar aos seus clientes direito de reclamar dele. A consulta encerrou em 22 de maio de 2026 e não havia resposta do governo em 4 de agosto de 2026.

Portão A para a ASIC: A0. Não há compensação legal de última instância para CFDs e forex margeado de balcão, como emitidos. O nível da ASIC passa a depender inteiramente do Portão B, onde o art. 981H do Corporations Act cria um trust sobre o dinheiro do cliente, e do Portão C, onde a ASIC opera registros públicos consultáveis.

Isso não torna a ASIC um regulador fraco. A ordem de intervenção de produto da ASIC impõe limites de alavancagem de 30:1 a 2:1, proteção contra saldo negativo, fechamento padronizado por margem e proibição de certos incentivos, e foi estendida até 23 de maio de 2027. O que a licença da ASIC não faz é dar ao cliente de um emissor de CFDs um caminho de compensação quando o emissor quebra, e páginas que apresentam “regulada pela ASIC” como garantia de reaver o dinheiro afirmam algo que o esquema não sustenta.

O que deixou de contar na pontuação de confiança

Volume de buscas saiu. Ele pesava 10% da nota de confiança e media quantas pessoas procuram a marca por mês. Isso é reconhecimento de marca e investimento em publicidade, não proteção ao cliente. Uma corretora sob ato declaratório em vigor pode ter volume de buscas alto justamente porque anuncia muito no Brasil, e o critério a premiava por isso. O peso foi para a Situação na CVM, que mede algo capaz de mudar o resultado para quem deposita.

O que é um regulador financeiro?

Na maioria das economias mais sofisticadas, um ministério ou órgão governamental é responsável pela supervisão e monitoramento das instituições e mercados financeiros. Esses reguladores buscam manter a estabilidade, integridade e a imparcialidade, bem como a justiça no sistema financeiro a fim de proteger os interesses de consumidores, investidores e da economia geral.

No entanto, nem todas as jurisdições concedem aos seus reguladores o mesmo grau de influência. Um país comprometido com o livre mercado e regulação mínima, por exemplo, talvez não permitam certas intervenções no mercado em caso de uma recessão. Um país com uma cultura forte de privacidade pode exigir controles adicionais sobre o uso e proteção de dados financeiros.

As listas de Nível 1 a Nível 5 que seguem são o agrupamento por jurisdição que usávamos antes de 2026, mantido enquanto as páginas de corretoras migram para o modelo de portões descrito acima. Elas classificam jurisdições pela robustez percebida da regulação, pela abrangência da supervisão e pelo poder de fiscalização. Onde as duas classificações divergirem, vale o modelo de portões, porque é o que se prende à entidade que assina o contrato.

Os reguladores Nível 1 oferecem o mais alto grau de proteção ao consumidor e monitoramento de mercado. Embora operar com reguladores Nível 1 não garanta que você não perderá dinheiro, isso significa que você poderá se sentir confiante de que a corretora deve seguir regras rígidas voltadas à segurança do seu capital.

A tabela a seguir lista nossos reguladores de Nível 1.

Reguladores de Nível 1AbreviaçãoPaís
Australian Securities & Investment CommissionASICAustrália
Financial Conduct AuthorityFCAReino Unido
Commodities Future Trading CommissionCFTCEUA
National Futures AssociationNFAEUA
Cypress Securities & Exchange CommissionCySECChipre
Canadian Investment Regulatory OrganizationCIROCanadá
Monetary Authority of SingaporeMASSingapura
Federal Financial Supervisory AuthorityBaFINAlemanha

Os reguladores Nível 2 podem exercer alguns dos poderes e impor muitas das mesmas proteções que seus concorrentes Nível 1, mas carecem de outras ressalvas importantes. Embora consideremos que as corretoras licenciadas em Nível 2 geralmente sejam confiáveis, esteja atento ao fato de que elas não são obrigadas a ter o mesmo grau de controle sobre o fundo dos clientes como as reguladas em Nível 1.

Em outros casos, os reguladores Nível 2 podem formar parte de um sistema financeiro menos desenvolvido, nos quais instituições fundamentais para uma supervisão adequada estão em fase de consolidação e desenvolvimento.

A tabela a seguir é composta por nossa lista de reguladores Nível 2.

Jurisdições de Nível 2 (Regulador de confiançaAbreviaçãoPaís
Financial Markets AuthorityFMANova Zelândia
Securities Futures CommissionSFCHong Kong
Israel Securities AuthorityISAIsrael
Japanese Financial Services AuthorityJFSAJapão
Dubai Financial Services AuthorityDFSAEmirados Árabes Unidos
Abu Dhabi Global MarketsADGMEmirados Árabes Unidos
Central Bank of the United Arab EmiratesCBUAEEmirados Árabes Unidos

Securities and Commodities Authority
SCAEmirados Árabes Unidos
Gibraltar Financial Services CommissionGFSCGibraltar
FinantsinspektsioonEFSRAEstônia
Autorité des Marchés FinanciersAMFFrança
Central Bank of IrelandCBIIrlanda
Malta Financial Services AuthorityMFSAMalta
Polish Financial Supervision AuthorityKNFPolônia
Swiss Financial Market Supervisory AuthorityFINMASuíça
Portuguese Securities Market CommissionCMVMPortugal
National Securities Market CommissionCMNVEspanha
Czech National BankCNBRepública Tcheca
Commission de Surveillance du Secteur FinancierCSSFLuxemburgo
Autorité des services et marchés financiers FSMABélgica
The Securities Commission Malaysia (SC) SCMalásia
Central Bank of IcelandCBI-ISIslândia

Os reguladores Nível 3 controlam as corretoras “offshore” e raramente oferecem um grau de supervisão e proteção como o grupo de reguladores Nível 1 e Nível 2. As corretoras que são reguladas apenas neste terceiro nível são classificadas como corretoras de baixa confiabilidade.

A tabela seguinte lista nossos reguladores Nível 3.

Jurisdições de Nível 3 (regulador com nível médio de confiança)AbreviaçãoPaís
Bermuda Monetary Authority BMABermuda
Securities Commission of the Bahamas

SCBBahamas
Cayman Islands Monetary Authority
CIMAIlhas Cayman
Vanuatu Financial Services CommissionVFSCVanuatu
BVI Financial Services CommissionFSC-BVIIlhas Virgens Britânicas
Financial Services CommissionFSC-BZBelize
Jordan Securities CommissionJSCJordânia
Capital Markets Authority (CMA)CMAQuênia
Financial Sector Conduct Authority (FSCA)FSCAÁfrica do Sul
China Banking Regulatory CommissionCBRCChina
Comisión Nacional Bancaria y de ValoresCNBVMéxico
Saudi Arabian Monetary AuthoritySAMAArábia Saudita
Central Bank of ArgentinaBCRAArgentina
Central Bank of RussiaCBRRússia
Financial Market CommissionCMFChile
Financial Superintendence of ColombiaSFCColômbia
Central Bank of EcuadorBCEEquador
Central Bank of ParaguayBCPParaguai
Central Bank of UruguayBCUUruguai
Securities and Exchange Board of IndiaSEBIÍndia
Securities and Exchange CommissionSEC-THTailândia
Securities and Exchange Commission of Brazil (Comissão de Valores Mobiliários)CVMBrasil
Securities and Exchange Commission PhilippinesSEC-PHFilipinas
Financial Services Authority of Indonesia (Otoritas Jasa Keuangan)OJKIndonésia

Reguladores de Nível 4

Jurisdições de Nível 4 (Regulador de baixo nível de confiança)AbreviaçãoPaís
Mauritius' Financial Services Commission
FSC-MIlhas Maurício
Financial Services AuthorityFSASeychelles
Financial Services Commission JamaicaFSC-JMJamaica
Securities and Exchange Commission of PakistanSECPPaquistão
Financial Regulatory AuthorityASFIBolívia
Bank of BotswanaBOBBotswana
Superintendencia De BancaSBSPerú
Central Bank of GuatemalaBANGUATGuatemala
Central Bank of Honduras (Banco Central de Honduras)BCHHonduras

Reguladores de Nível 5

Jurisdições de Nível 5 (Sem regulador de nível de confiança)AbreviaçãoPaís
Anguilla Financial Services CommissionAFSCAnguilla
Financial Services Regulatory CommissionFSRCAntígua and Barbuda
Aruba Financial Services CommissionAFSCAruba
Financial Service UnitFSUComunidade da Dominica
Grenada Authority for the Regulation of Financial InstitutionsGARFINGrenada
Central Bank of HaitiBRHHaiti
Global Financial Services AuthorityGLOFSAIlhas Marshall
Securities and Exchange Commission of MyanmarSECMMianmar
Superintendency of the Securities Market of the Republic of PanamáSMVPanamá
Financial Services Regulatory AuthorityFSRASanta Lúcia
Central Bank of SurinameCBVSSuriname
Central Bank of SyriaCBSSyria
Central Bank of TurkmenistanCBTTurquemenistão
Turks and Caicos Islands Financial Services CommissionTCIFSCIlhas Turcas e Caicos
Central Bank of VenezuelaBCVVenezuela
Central Bank of Trinidad and TobagoCBTTTrinidad e Tobago
Financial Services AuthoritySVGFSASão Vicente e Granadinas
Financial Services Regulatory CommissionNEVISFSRCNevis
Central Bank of ArmeniaCBAArmênia
Dutch Authority for the Financial MarketsAFMPaíses Baixos Caribenhos
Securities and Exchange Regulator of CambodiaSERCCamboja
The Superintendent of SecuritiesSUGEVALCosta Rica
Superintendent of BanksSBRepública Dominicana
Banco Central de Reserva de El SalvadorBCREl Salvador
The National Bank of GeorgiaNBGGeórgia
Bank of NicaraguaBONNicarágua
Securities Commission of Papua New GuineaSCPNGPapa Nova Guiné
National Securities and Stock Market CommissionNSSMCUcrânia
The Central Bank of the Republic of UzbekistanCBUUzbequistão
State Bank of VietnamSBVVietnã
Guyana Securities CouncilGSCGuiana
Centrale Bank of Curaçao & Sint MaartenCBCSCuraçao and São Martinho

Como calculamos a nota de confiança

Publicado em 4 de agosto de 2026. Esta seção existe para que qualquer leitor possa refazer a nossa conta. Se você aplicar a tabela abaixo aos fatos verificados de uma corretora e chegar a um número diferente do que publicamos, o erro é nosso e queremos ouvir sobre ele.

O que mudou nesta data. Até hoje, 45% da nota de confiança vinha de três linhas que contavam quantas licenças de Nível 1, 2 e 3 o grupo possuía. Isso contradizia a regra 0, que manda avaliar a entidade que assina o contrato com o leitor e nunca herdar um nível de uma empresa irmã. Uma corretora podia somar pontos por uma licença da FCA que não alcança ninguém no Brasil. As três linhas saíram e no lugar entraram três critérios que olham para a entidade contratante.

Os dez critérios. Cada critério vale 0, 1 ou 2 pontos. O primeiro admite meio ponto, porque o modelo de portões tem quatro níveis e não três.

# Critério Peso Escala
1 Nível do regulador da entidade que contrata no Brasil 25% Nível 1 = 2 · Nível 2 = 1,5 · Nível 3 = 1 · Nível 4 = 0
2 Entidade confirmada no registro do próprio regulador 10% confirmada = 2 · não verificável por consulta pública = 1 · procurada e não encontrada = 0
3 Exatidão das licenças divulgadas (verificadas ÷ divulgadas) 10% 80% ou mais = 2 · de 40% a 79% = 1 · menos de 40% = 0
4 Situação na CVM 15% autorizada = 2 · nem autorizada nem notificada = 1 · ato declaratório em vigor = 0
5 Fundo de compensação acessível a quem mora no Brasil 10% acessível = 2 · existe, mas não alcança essa entidade = 1 · nenhum = 0
6 Proteção de saldo negativo para essa entidade 5% exigida por norma = 2 · oferecida por contrato = 1 · nenhuma = 0
7 Histórico com reguladores 10% nenhuma advertência ou sanção localizada = 2 · processo encerrado = 1 · advertência ou sanção em vigor = 0
8 Idade da corretora 5% 15 anos ou mais = 2 · de 5 a 14 anos = 1 · menos de 5 anos = 0
9 Listada em bolsa ou pertencente a banco licenciado 5% listada ou banco = 2 · controlada por empresa listada = 1 · não = 0
10 Trustpilot 5% 4,0 ou mais = 2 · de 3,0 a 3,9 = 1 · menos de 3,0 = 0 · perfil sinalizado por violação das diretrizes do Trustpilot = 0

A conta. Nota de confiança, de 0 a 100, é a soma de (peso × pontos) dividida por 2. Para a escala de 0 a 5 que aparece na ficha da corretora, divida por 20.

Exemplo ilustrativo, com números inventados apenas para mostrar a aritmética. Uma corretora cuja entidade contratante está em jurisdição de Nível 3 (1 ponto), confirmada no registro (2), com 50% das licenças divulgadas verificadas (1), sem ato declaratório e sem autorização (1), sem fundo acessível (0), com saldo negativo protegido por norma (2), sem sanção localizada (2), fundada há 11 anos (1), não listada (0) e com Trustpilot 4,2 (2), soma: 25×1 + 10×2 + 10×1 + 15×1 + 10×0 + 5×2 + 10×2 + 5×1 + 5×0 + 5×2 = 130. Dividido por 2, a nota de confiança é 65 em 100, ou 3,3 em 5.

Quando um critério não pode ser verificado. O critério é retirado da conta e a nota é recalculada sobre os pesos restantes, e a ficha informa sobre qual porcentagem dos critérios o número foi apurado. Uma falha de acesso nossa, como o bloqueio que encontramos no registro da FSC de Maurício, nunca vira ponto zero para a corretora. É o mesmo princípio do quarto estado descrito acima.

O que esta nota não é. Confiança é uma das oito categorias e pesa 20% da nota geral. As outras sete, que tratam de custos, execução, plataformas, suporte, mercados, educação e financiamento, não foram reapuradas nesta data e seguem com os valores das rodadas anteriores. Por isso publicamos a nota de confiança separada, com a fonte primária de cada entrada, em vez de diluí-la dentro de um número composto que não conseguiríamos justificar linha por linha. Quando as outras sete categorias forem reapuradas com o mesmo rigor, diremos aqui a data em que isso aconteceu.

Adendo de 5 de agosto de 2026: perfil sinalizado pelo Trustpilot. Quando o próprio Trustpilot sinaliza publicamente um perfil por violação das suas diretrizes, o critério 10 recebe 0 ponto. Nesses casos não retiramos o critério da conta. A regra do critério não verificável existe para falhas de acesso nossas, e retirar o critério aqui premiaria a corretora justamente pela conduta que gerou a sinalização. Nas verificações de 4 e 5 de agosto de 2026, sete perfis do nosso conjunto estavam sinalizados: ActivTrades, FxPro, HFM, IQ Option, MultiBank Group, Tickmill e XM. Outros dois, PU Prime e STARTRADER, exibiam o aviso de atenção regulatória do próprio Trustpilot, que não zera o critério e é informado na ficha.

Notas de aplicação. A tabela acima deixa margens de interpretação. Estas são as convenções que aplicamos, publicadas para que a nossa conta possa ser refeita:

  • Critério 5. A pontuação intermediária, “existe, mas não alcança essa entidade”, só é creditada quando a entidade do grupo que detém o esquema estatutário está ela própria confirmada no registro do regulador. Esquema apenas alegado, sem entidade verificada em registro, conta como nenhum.
  • Critério 6. “Exigida por norma” fica reservada aos casos em que uma norma escrita obriga a proteção de saldo negativo para o cliente de varejo daquela entidade, como a regra 29 das CFD Rules 2020 da SCB nas Bahamas e o regime de dinheiro de cliente da BMA nas Bermudas. Proteção divulgada em material de marketing, sem cláusula localizada no contrato que o brasileiro assina, recebe 0.
  • Critério 7. Só conta advertência, sanção ou processo que nomeie a entidade avaliada. Aviso de regulador que não nomeia a corretora não é usado contra ela, ainda que o contexto sugira ligação. Atos declaratórios da CVM são precificados no critério 4 e não entram aqui, para que o mesmo fato não seja contado duas vezes.
  • Critério 8. Usamos o ano de fundação declarado pela própria corretora, identificado como declarado. Ano que aparece apenas em fonte de terceiros, inclusive em páginas nossas, não é aceito. Quando não existe ano publicado para a entidade contratante, ou quando a corretora instrui expressamente que nenhum ano seja declarado, o critério é tratado como não verificável, sai da conta e a ficha informa a cobertura resultante.

Errata e auditoria de correções. Publicamos abaixo os erros que encontramos no nosso próprio material de apoio e o que fizemos com cada um.

Alegação Onde estava Situação O que foi feito
A FSC de Belize apontava para o registro de Vanuatu Documento interno de níveis de regulador Não procedia A tabela publicada sempre apontou para belizefsc.org.bz. Apenas o link da FSC das Ilhas Virgens Britânicas estava trocado, e foi corrigido em 4 de agosto de 2026.
A MultiBank não teria entidade confirmada em registro Documento interno de níveis de regulador Procedia A entidade alemã do grupo está confirmada no registro da BaFin. O placar de licenças da MultiBank é de 3 verificadas entre 15 divulgadas, e é esse número que entra no critério 3.
“A lei das Bahamas não impõe exigência de proteção de saldo negativo” Documento interno de insumos Não procedia A regra 29 das CFD Rules 2020 da SCB impõe a proteção ao cliente de varejo. Desde 4 de agosto de 2026 as corretoras registradas na SCB pontuam 2 no critério 6.
“O registro da FSC de Maurício está fora do ar” Verificação de 3 de agosto de 2026 Superado por fato novo O registro voltou no dia seguinte. ActivTrades Markets e Hantec Markets Limited foram confirmadas em 4 de agosto de 2026. O registro não publica números de licença, portanto os números divulgados por essas corretoras seguem sem confirmação.
Notas de estrelas conferidas à mão divergiam da nota de confiança Fichas da ActivTrades e da eToro Procedia Corrigidas em 4 de agosto de 2026 para 3,2 e 2,6, aplicando a divisão por 20. A geração automática da estrela a partir do campo de pontuação segue pendente.
Notas do Trustpilot desatualizadas em fichas ainda não revisadas Fichas de ActivTrades, FxPro, HFM, IQ Option, PU Prime, STARTRADER e Tickmill Procedia Levantamento feito em 5 de agosto de 2026. As notas exibidas não correspondiam mais ao que o Trustpilot publica e foram corrigidas ou removidas nessa data.

Plataformas de Forex Trading

Nossas avaliações das plataformas de trading são alinhadas com a popularidade das principais plataformas de forex. A MT4 ainda é a plataforma de trading mais popular, especialmente para trading automatizado. Já a MT5 vem ganhando força e cada vez mais popularidade entre os traders que operam múltiplos ativos e mercados, enquanto o cTrader e o TradingView ainda são relativamente novos.

A Pepperstone se destaca por oferecer todas essas plataformas, além de integração para copy trading e excelentes avaliações de usuários e suporte ao cliente, o que reforça sua reputação de confiabilidade no setor.

Os aplicativos de trading móvel, trading social ou copy trading estão se tornando mais populares, por isso recebem uma ponderação de 10%. Esse critério reflete a crescente demanda por praticidade e interação entre traders, algo cada vez mais valorizado no mercado.

Além disso, consideramos importante que as corretoras ofereçam uma conta demo sem custos e sem prazo para expirar, com o intuito de que os clientes possam testar exaustivamente suas estratégias antes de arriscar capital real. Também gostamos de ver corretoras sem limitações em relação à automação e scalping.

MetaTrader 4MetaTrader 5cTraderTradingViewConta Demo GratuitaExpiração da Conta DemoSocial/Copy TradingAutomação/ScalpingPlataforma ProprietáriaApp de Trading Mobile
Ponderação15%15%10%10%10%5%10%10%5%10%

Suporte ao Cliente da Corretoraforex

Nossas avaliações em relação ao serviço de suporte ao cliente tem foco nos canais utilizados para prestar esse serviço. Os traders trabalham de forma diferente, por isso as corretoras que oferecem chat ao vivo, e-mail e redes sociais obtêm boas pontuações.

Adicionalmente, levamos em conta os níveis de conhecimento da equipe de suporte ao cliente e a qualidade da autoajuda da corretora, como as perguntas frequentes ou a base de conhecimento disponibilizada para os clientes.

O serviço de suporte ao cliente multilíngue é considerado na ponderação, bem como o horário de funcionamento do suporte, se é disponibilizado um gerente de contas e a experiência geral de usuário no site.

Além disso, também verificamos o número de premiações que a corretora ganhou no Investment Trends desde 2020.

Chat ao vivoConhecimento do Suporte ao ClientePerguntas frequentes / Base de conhecimentoGuias MetatraderEmail, Redes SociaisHorário de SuportePrêmios por tendências de investimentoIdiomas para suporteGerente de ContasExperiência no site
Ponderação15%15%15%5%10%10%5%5%10%10%

Gama de Mercados

Como um site com ênfase no mercado cambial, nossa gama de avaliações de mercados naturalmente favorece às corretoras com um número considerável de pares de moedas forex disponíveis para operar. Muitas corretoras são especialistas em CFDs e oferecem CFDs de ações, criptomoedas, commodities, índices, títulos, entre outros produtos (opções, por exemplo).

Premiamos às corretoras com avaliações positivas por oferecer cada um destes tipos de produto, spread betting (que são apostas em spreads, utilizada principalmente no Reino Unido), além de ações reais (em oposição aos CFDs de ações).

ForexCFDs de AçõesCFDs de CriptoCommoditiesETFsÍndicesTítulos / Títulos do TesouroSpread BettingOutros ProdutosAções
Ponderação25%15%10%10%5%10%5%10%5%5%

Capacitação das Corretoras Forex

Nossa metodologia de avaliação para recursos educacionais se concentra em duas dimensões – o nível de experiência do trader e os canais utilizados para proporcionar treinamento. Atribuímos um alto peso para ajudar os iniciantes, peso médio para educação intermediária e uma atribuição de nota mais baixa para recursos mais avançados.

Artigos, blogs, webinários, ebooks e Youtube são considerados canais de entrega. Também gostamos de ver analistas internos na corretora, proporcionando comentários e análises em relação às tendências de mercado, além de que sempre consideramos um ótimo glossário ajuda consideravelmente.

Recursos para iniciantesRecursos para intermediáriosRecursos para experientesAnálise e pesquisa de mercadoAnalistas internosArtigos, blogsWebinárioseBooksGlossárioYoutube
Ponderação15%10%5%10%10%10%15%15%5%5%

Métodos de Financiamento de Corretoras Forex

Para atribuir uma pontuação em relação ao financiamento (fazer depósitos, por exemplo) nossa metodologia considera a variedade de moedas base disponíveis como o fator mais importante. Em seguida, atribuímos pontuações às corretoras com base nos métodos de financiamento disponíveis (cartão de crédito, transferência bancária, etc.).

A seguir, avaliamos as tendências bancárias para alinhar nossas ponderações com os mais populares métodos de financiamento.

Moedas de BaseVisa / MastercardTransferência BancáriaPaypalNetellerSkrillRapid Pay EUR/GBPPOLi / bPay AU/NZAmexKlarnaUnion Pay
Ponderação20%15%15%15%10%5%5%5%3%2%5%

Verificação regulatória em registro oficial

Nenhuma licença entra nas nossas páginas sem passar pelo registro público do próprio regulador. Cada número é marcado como verificado no registro ou como declarado pela corretora e não exibido pelo regulador, sempre com o motivo. A situação na CVM é consultada nas duas bases da autarquia, o registro de suspensões e os alertas publicados, por razão social, denominação anterior, empresa do grupo e domínio, porque a busca pelo nome comercial deixa passar ordens em vigor. O resultado dessa verificação, com data e fonte, está publicado no Radar CVM.

Sobre o autor:

Justin Grossbard

Tendo operado desde 1998, Justin é o CEO e cofundador da Corretoraforex, lançada em 2026. Justin publicou mais de 100 artigos financeiros em publicações que vão de Forbes e Kiplinger até Finance Magnates. Ele possui mestrado em comércio e tem atuação ativa na comunidade fintech. Também publicou um livro em 2023 sobre investimentos e negociação.

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